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2013/01/23

Posted by alnbr - Revista de Opinião in 1.
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Além do nióbio temos o problema das sementes geneticamente modificadas que vai impedir um agricultor de plantar alimentos com sementes nativas, que serão proibidas e deixarão de existir. [1]

Com a modificação genética das sementes dos alimentos, a humanidade toda fica dependente das empresas proprietárias da tecnologia de alteração genética das sementes e ninguém poderá usar uma semente natural para plantar porque a propriedade intelectual será das empresas produtoras de sementes modificadas.

“Traduzido em miúdos, o Codex [2] vai trazer severas restrições à nossa já precária LIBERDADE de escolha em termos de alimentação e prevenção/tratamento de doenças. Sem falar que considerações mais complexas podem ser feitas sobre o impacto dessas medidas no controle populacional do planeta e na concentração de riquezas…

Os opositores do Codex fizeram uma síntese do que representará essa complexa rede de regulamentações, que, quando implementadas, serão MANDATÓRIAS para todos os países membros, cerca de 170 – o que inclui o Brasil:

– Suplementos nutricionais, como vitaminas, por exemplo, não poderão mais ser vendidos para uso profilático ou curativo de doenças; potências de qualquer suplemento liberado, estarão limitadas a dosagens extremamente baixas, sub-dosagens, na verdade, e somente as empresas farmacêuticas terão autorização para produzir e vender esses produtos (preferencialmente na sua forma sintética) em potências mais altas – no caso da vitamina C, por exemplo, qualquer coisa acima de 200mg será considerada “alta”, e será necessária uma receita médica para se poder comprá-la.

– Alimentos comuns, como o alho ou o hortelã, por exemplo, poderão ser classificados como drogas, que somente as empresas farmacêuticas poderão regulamentar e vender. Qualquer alimento ou bebida com qualquer possível efeito terapêutico poderá ser considerado uma droga.

– Alimentos geneticamente modificados não precisarão ser identificados como tal, e não saberemos a origem do que estamos comendo; a criação de animais geneticamente modificados também já consta dessa mesma pauta, ou seja, vai ser difícil saber que bicho se está comendo.

– Aditivos alimentares, a maioria sintéticos, como o aspartame, por exemplo, serão aprovados para consumo sem que se tenha conhecimento dos efeitos a longo prazo de cada um nem das interações entre eles a curto e longo prazos.

– Todos os animais destinados ao consumo humano, deverão receber hormônios e antibióticos como medida profilática; sabe aquele “gado orgânico”, criado solto em pastagens e tratado só com homeopatia?… nunca mais!

– Todos os alimentos de origem vegetal deverão ser irradiados antes de serem liberados para consumo: frutas, verduras, legumes, nozes… nada mais chegará à nossa mesa como a natureza fez – tem gente brincando de Deus, mas desta vez não para criar, e sim para DEScriar.

– Os produtos “orgânicos” estarão completamente descaracterizados, pois terão seu padrão de pureza reduzido a níveis passíveis de atender às necessidades de produção em grande escala; alguns aditivos químicos e várias formas de processamento serão permitidos; tampouco haverá obrigatoriedade por parte do produtor de informar que produtos usou e em que quantidades – rótulos não serão obrigatórios na era pós-Codex.

– Para a agricultura convencional, os níveis residuais aceitáveis de pesticidas e herbicidas estarão liberados em níveis que ultrapassam em muito os atuais limites de segurança! Em outras palavras, estarão envenenando nossa comida.

Em síntese: os objetivos do Codex incluem (1) globalização das normas, (2) abolição da agricultura/criação orgânica, (3) introdução de alimentos geneticamente modificados, (4) remoção da necessidade de rótulos explicativos de qualquer espécie, (5) restrição de todos os remédios naturais, que serão classificados como drogas.

Indicar aquele chazinho para um amigo? Ou quem sabe informar ao vizinho que farelo de aveia ajuda a reduzir o colesterol? Sugerir que mamão solta e banana prende?… Nem pensar! Poderá ser considerado “prática ilegal da medicina”! Não se poderá dizer que produtos naturais curam doenças porque não são medicamentos e, na era pós-Codex, só medicamentos APROVADOS pelas novas regras poderão ser referidos para tratar doenças… e assim mesmo, só por um médico!”

Vídeos – We Become Silent – The Last Days Of Health Freedom  [3] – sobre o assunto já ocupam a mídia eletrônica.

Convido à leitura sobre o assunto.

Creio ambos os assuntos poderiam se constituir em Quadros De Debates no Instituto Federalista do DF [4], onde os interessados em colaborar poderiam propor outra abordagem, projeto de legislação, etc.

Fica o convite.

 

[1] www.CodexAlimentarius.org

[2] http://www.anovaordemmundial.com/2009/07/codex-alimentarius-nutricidio-planejado.html

[3] https://www.youtube.com/watch?v=QWEdaAaxIH8&feature=gv&hl=en

[4] www.InstitutoFederalista.com/debate/

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