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Ordoliberalismo 2012/09/26

Posted by alnbr - Revista de Opinião in 1.
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Ordoliberalismo1

Ordoliberalismo, também chamado ordoliberalismo alemão, é uma doutrina econômica, adotada principalmente na Alemanha do pós-guerra, que se autodenomina uma “terceira via” entre o socialismo e o capitalismo.

Existem três pontos fundamentais no conceito ordoliberal:

  1. criar uma “ordem” (ordo) que remedie as falhas dos mercados;
  2. organizar a economia com mercados eficientes e competitivos;
  3. uma “ordem” forte deve assegurar uma economia justa numa economia social de mercado.

O Ordoliberalismo é uma escola de pensamento econômico do liberalismo, que enfatiza a necessidade do Estado assegurar-se de que os livre-mercados produzam os resultados mais eficientes segundo seu potencial teórico (Veja Eficiência de Pareto), corrigindo as eventuais imperfeições dos mercados.

Essa teoria foi criada por economistas e juristas alemães como Wilhelm Röpke, Walter Eucken, Franz Böhm, Hans Großmann-Doerth, Alfred Müller-Armack e Alexander Rüstow juntamente com a Escola de Freiburg, entre 1930 e 1950. Os ideais ordoliberais, com algumas modificações, inspiraram a criação da Economia Social de Mercado na Alemanha do pós segunda guerra mundial e o consequente Wirtschaftswunder (“milagre econômico”, em alemão), e é considerada a variante alemã do Neoliberalismo.

Porquê a busca pela “terceira via”?

Ao se afastar de um ponto de uma reta, você está na mesma reta mas sôbre OUTROS pontos: se é uma “reta política” então todos os pontos são iguais.

Ver um ponto da reta diferente de outro é ver “outra reta”.

“Colocar” uma idéia em um ponto da reta e outra em outro ponto não qualifica o ponto e desqualifica a reta.

O que êles querem na terceira via? Na natureza não existe igualdade, é justamente a diferença que permite a existência da vida.

Como será possível manter a vida se todos têm acesso aos mesmos recursos? Como prover a todos de todos recursos necessários?

E quanto às “Falhas de Estado”?

Como:

1) criar uma “ordem” para “assegurar-se de que os livre-mercados produzam os resultados mais eficientes segundo seu potencial teórico (Veja Eficiência de Pareto), corrigindo as eventuais imperfeições dos Estados.”?

2) organizar a economia com mercados eficientes e competitivos

3) como “organizar” um mercado SEM a intervenção do govêrno na economia e assim eliminar a condição básica da existência do mercado: a liberdade de ação?

A “Economia Organizada” é uma economia com um único dono, o organizador.

Ao se afastar de um ponto de uma reta, você está na mesma reta mas sôbre OUTROS pontos. Se é uma “reta política” então todos os pontos são iguais. Ver um ponto da reta diferente de outro é ver “outra reta”.

“Colocar” uma idéia em um ponto da reta e outra em outro ponto não qualifica o ponto e desqualifica a reta. O que êles querem na terceira via?

Na natureza não existe igualdade, é justamente a diferença que permite a existência da vida. Como será possível manter a vida se todos têm acesso aos mesmos recursos? Como prover a todos de todos recursos necessários?

O que são as “Falhas de Mercado”?

Ordoliberalismo, também chamado ordoliberalismo alemão, é uma doutrina econômica

E quanto às “Falhas de Estado”?

Como criar uma “ordem” para “assegurar-se de que os livre-mercados produzam os resultados mais eficientes segundo seu potencial teórico (Veja Eficiência de Pareto), corrigindo as eventuais imperfeições dos Estados.”?

2) organizar a economia com mercados eficientes e competitivos

Como “organizar” um mercado SEM a intervenção do govêrno na economia e assim eliminar a condição básica da existência do mercado: a liberdade de ação?

A “Economia Organizada” é uma economia com um único dono, o organizador. Como um mercado poderá funcionar se o dono da economia já definiu o que o mercado deve operar? O “mercado” passa a ser o local onde a Economia Organizada – leia-se o govêrno – OBRIGA os que buscam e os que ofertam a: uns a buscarem o que o govêrno espera que busquem, e outros, a oferecer o que o govêrno decidiu que deve ser oferecido, pois é isto que “organiza” o mercado.

A “organização da economia” é, na verdade, a organização – a intervenção – nas “necessidades” e nos “desejos” das pessoas, que passam a obedecer às “necessidades do govêrno” e às “necessidades da economia organizada” de terem o consumo e o comportamento das pessoas perfeitamente conhecido, pela sua prévia determinação por autoridades planejadoras, que afinal, é a designação do Planejamento Centralizado.

Ao organizar um mercado, uma economia, um govêrno na verdade disciplina e organiza a distribuição do que é autorizado a ofertar e a consumir: distributivismo. Todos terão tudo que estiver disponível e a cada dia terá menos para distribuir. um mercado poderá funcionar se o dono da economia já definiu o que o mercado deve prover?

O “mercado” passa a ser o local onde a Economia Organizada – leia-se o govêrno – OBRIGA os que buscam e os que ofertam a, uns a buscarem o que o govêrno espera que busquem, e outros, a oferecer o que o govêrno decidiu que deve ser oferecido, pois é isto que “organiza” o mercado. A “organização da economia” é, na verdade, a organização – a intervenção – nas “necessidades” e nos “desêjos” das pessoas, que passam a obedecer às “necessidades do govêrno” e às “necessidades da economia organizada” de terem o consumo e o comportamento das pessoas perfeitamente conhecido, pela sua prévia determinação por autoridades planejadoras, que afinal, é a designação do Planejamento Centralizado. Ao organizar um mercado, uma economia, um govêrno na verdade disciplina e organiza a distribuição do que é autorizado a ofertar e a consumir: distributivismo.

Todos terão tudo que estiver disponível e a cada dia terá menos para distribuir, pois como não haverá a competição pelos recursos ambientais e pela força de trabalho com a respectiva remuneração diferente de acordo com a capacidade de cada participante do MERCADO, haverá menor produção e em qualidade inferior, o que exigirá maior produção, o que já vimos que não vai ocorrer.

Analisando a questão proposta pelos ordoliberais:

  1. criar uma “ordem” (ordo) que remedie as falhas dos mercados

    Em primeiro lugar há que determinar e definir o que seriam as FALHAS DE MERCADO.

    Há uma?

    Mais de uma?

    Qual MERCADO?

    Qualquer MERCADO?

    Como um Falha de Mercado se relaciona com outra Falha de Mercado em produtos – ou serviços – que pertencem a dois um mais MERCADOS?

    Se os MERCADOS têm suas próprias leis econômica, como seriam propostas as LEIS DE ORDEM DO MERCAO?

  2. organizar a economia com mercados eficientes e competitivos

    Qual a definição de um MERCADO EFICIENTE?

    Qual a definição de um MERCADO COMPETITIVO?

    Em um MERCADO COMPETITIVO, QUEM COMPETE? E como COMPETIR com o governo que INSTALA e GARANTE a competitividade do MERCADO?

  3. uma “ordem” forte deve assegurar uma economia justa numa economia social de mercado

    Qual a possiblidade de uma ordem ser justa se impõe ao MERCADO um comportamento que, necessariamente, não vai atender a um ou a outro participante do MERCADO?

    Como ter um MERCADO SOCIAL – pois se a ECONOMIA é SOCIAL então, necessariamente, os MERCADOS TÊM de ser sociais.

    Então, qual o efeito da economia social sobre as pessoas, os produtores e provedores de serviços?

    Qual o produto que pode ser definido de “social”, e qual o serviço que deve ser definido de “social”?

    Quais as características de um produto social?

    Quais as características de um serviço social?

    Se apenas sob a intervenção do Estado ou Governo os produtos e os serviços são “sociais”, como se explica o funcionamento dos MERCADOS até hoje?

     

1 – Ordoliberalismo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ordoliberalismo, também chamado ordoliberalismo alemão, é uma doutrina econômica, adotada principalmente na Alemanha do pós-guerra, que se autodenomina uma “terceira via” entre o socialismo e o capitalismo. Existem três pontos fundamentais no conceito ordoliberal:
1) criar uma “ordem” (ordo) que remedie as falhas dos mercados;
2) organizar a economia com mercados eficientes e competitivos;
3) uma “ordem” forte deve assegurar uma economia justa numa economia social de mercado.
 
O Ordoliberalismo é uma escola de pensamento econômico do liberalismo, que enfatiza a necessidade do Estado assegurar-se de que os livre-mercados produzam os resultados mais eficientes segundo seu potencial teórico (Veja Eficiência de Pareto), corrigindo as eventuais imperfeições dos mercados.
Essa teoria foi criada por economistas e juristas alemães como Wilhelm Röpke, Walter Eucken, Franz Böhm, Hans Großmann-Doerth, Alfred Müller-Armack e Alexander Rüstow juntamente com a Escola de Freiburg, entre 1930 e 1950. Os ideais ordoliberais, com algumas modificações, inspiraram a criação da Economia Social de Mercado na Alemanha do pós segunda guerra mundial e o consequente Wirtschaftswunder (“milagre econômico”, em alemão), e é considerada a variante alemã do Neoliberalismo.
Ver artigo principal: Economia Social de Mercado Porquê a busca pela “terceira via”? .
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