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O Partido Militar Do Brasil: o fim de uma República 2012/04/14

Posted by alnbr - Revista de Opinião in 1.
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Os militares fundaram um partido militar no brasil.

Agora não precisam terminar o serviço inacabado de 64.

Vão disputar nas urnas – seguindo a receita do Mestre Gramsci – os votos do povo que os comunistas souberam iludir e os Liberais não tiveram hombridade, inteligência ou coragem para assumir a tarefa.

Ingrato o futuro, que molda comunistas e militares pelas receitas de Gramsci sem dar a nenhum dos dois o direito de alternativa.

Como se não bastasse a vitória anunciada por Gramsci aos comunistas, ensinou os militares que os combateram mas não iluminaram o caminho dos Liberais, que preferiram ensimesmar-se nas verdades puras da economia que poucos vêem, muitos intervêm e ninguém desfruta porque simplesmente não funciona.

Correto o futuro ao sonegar aos Liberais os “direitos” de que abriram mão 30 anos atrás.

Abandonado, o povo brasileiro busca em suas religiões, bispos, padres, deuses e curas milagrosas – nenhum pastor ou padre curou as urnas – e agora com a “ajuda” do partido militar do brasil, a retomada do passado inacabado para ver um fechamento que dê a todos os que se ungem da verdade e reclamam a liderança de um povo fracionado pela opção que nunca fizeram, uns porque não foram derrotados, outros porque não foram vencedores: o povo, abandonado.

Sem elite em nenhum estamento da sociedade brasileira o Estado Brasileiro, ou o que poder-se-ia dizer que poderia ser um Estado Brasileiro, tastaveia em pleno século XXI assombrado por ícones da Idade Média – cruzes, mantos, cálices, cavaleiros, ordens, escudos – e grupelhos secretos com manuais publicados na internet – templários, maçons, rosa-cruzes – pedindo por socorro para um povo que, agora, não pode querer mais do que luz no interior, uma lavadeira à prazo, uma bolsa-escola, um talão-gás, um meio-ingresso na Copa, uma escola vazia de conhecimento, um hospital para morrer e um estádio de futebol de fazer inveja às maiores potências ocidentais, às vésperas da eleição que vai nomear os capitães herditários da Olimpíada e da Copa do Mundo.

Quem se ocupa, pior, se preocupa, com o que vier depois?

O depois é depois, não tem ninguém lá.
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