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O Ensino que queremos: podemos? 2011/08/14

Posted by alnbr - Revista de Opinião in comunismo, comunista, economia, educação, ensino, escola, liberalismo, lula, mensaleiro, socialismo, universidade.
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Como vemos o ensino e o quê vemos no ensino? O quê queremos no ensino?


Comento aqui a postagem de Cláudio de Moura Castro, publicada por amigaFB sôbre educação, em citação importada: “Todos os países sérios oferecem currículos ou escolas diferenciadas, para se adequarem aos interesses e ao equipamento intelectual dos alunos que chegam. É pura hipocrisia acreditar que todos cheguem ao ensino médio equipados para lidar com níveis de abstração em assuntos que são ensinados somente nos cursos superiores


Prefiro pensar em um sistema educacional eminen-temente propedêutico com níveis de aprendizagem com objetivos diferentes, um para cada momento da vida da pessoa.

Assim, o primeiro ciclo de ensino envolve a proteção da criança quase-bebê – o maternal, o pré-primário.

O segundo ciclo envolve o início da brincadeiras de aprendizagem que vai até o que chamávamos de ginásio – é o Curso Primário.

O terceiro ciclo introduz a pessoa na preparação para a realidade sensível e compreensível – é quando a criança torna-se mais independente e começa a entender o mundo adulto – é o que chamávamos de Ginásio.

O quarto ciclo é quando a criança começa a deixar de ser criança, conhece a competição e a luta, aumenta o entendimento do próprio corpo e dos outros, se relaciona de forma social, forma suas rêdes sociais e se identifica com idéias, sons, atitudes – é o que chamávamos de Secundário – o científico, o clássico e o ensino técnico.

 
Nêste Grau podemos ter a preparação para o trabalho e para o ensino, para a pesquisa.

A Universidade terá, então, a função de levar os conhecimentos da Humanidade para dentro de mais uma mente.

Até aí, a cidadania está coberta e protegida pelos ensinamentos que a pessoa deverá ter absorvido.

Por isto os ciclos têm de ter um compromisso com a vida da pessoa, não com o Estado.


A Universidade deve ter APENAS UM VALOR: o CONHECIMENTO.


A função da universidade é criar o conhecimento, as escolas técnicas disseminam o conhecimento e os demais ciclos de ensino preparam a pessoa para a vida.

Os ciclos básicos devem preparar a pessoa para a convivência social, para a competição sem a predação, para os valôres superiores da Ética.

É aqui que o bonde descarrila.

Tudo isto são valôres “burguêses” e os comunistas que estão na educação estão comprometidos com a COMPLETA DESTRUIÇÃO DÊSTES VALÔRES.

Assim, creio que há uma questão política que antecede a educacional.

Por isto prefiro uma postura FEDERALISTA para a constituição dos podêres LOCAIS, com a promoção da AUTONOMIA LOCAL – do Município – que é o lugar em que a pessoa vive a sua vida e é o local onde a educação é ministrada.

Creio, assim, que promovermos a adoção de um SISTEMA FEDERALISTA PURO precede tôda e qualquer ação na educação E na política, já que os políticos NÃO QUEREM O FEDERALISMO porque êle ACABA COM A CORRUPÇÃO.

E os problemas que vemos na educação são os problemas que tiveram – os comunistas de hoje, de aqui – os que querem o fim dos valôres LIBERAIS.

Num Sistema FEDERALISTA PURO TODO O PODER E O DINHEIRO FICAM NO MUNICÍPIO.

O Povo vota e elege um Juiz, um Chefe de Polícia, um Advogado Geral, o Prefeito e os legisladores do Município.

A ação política é a fonte de todo o Poder.
Esta máxima é seguida hoje por todos nós, que desafiamos a inteligência com a eleição do Luis Inacio Mensaleiro da Silva, por tantas vêzes – o que siginifica que o povo aprendeu, é isto que êle quer – e êle ainda faz a sucessão com uma ladra, assaltante de bancos, assassina, sequestradora, torturadora e terrorista.

Se ela se dirige assim ao Povo Brasileiro, qual a dúvida?
O FEDERALISMO
A AUTONOMIA LOCAL
Todo o dinheiro gerado no Município FICA no Município, que paga uma contribuição para a manutenção da Unidade Federada – o Estado – e para a Federação, digamos, de 7% do orçamento do Município, para cada ente Federativo.

Veja como iniciamos com a abordagem de temas ligados à educação para, realmente, iniciarmos com o que vem antes da educação: onde você vai educar, porque quem será educado já está aí esperando.

Agora resta saber quem é você: um comunista ou um Liberal.

Mas você não precisa SER nenhum dos dois, ambos esperam que você se convença que cada está certo e que você dê seu apôio ao discurso que professam.

Detalhe: você NUNCA vai ver um debate entre um comunista e um liberal, porque você vai ouvir praticamente o mesmo discurso social e um discurso econômico completamente diferente.

E aí você vai entender porque os comunistas falam sozinhos e não deixam ninguém mais falar.

Mas então, como saber que estou falando com um comunista?

É fácil.

Quando você tiver um argumento que vai contra os argumentos dêle (ou dela) você vai ouvir a repetição ad nauseum dos mesmos “argumentos” que já ouviu.

Você vai se sentir tentando encharcar o nailon: você joga água, bate e escorre, você joga água, bate e escorre, você …


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