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Frente Parlamentar de Defesa de Logística do Transporte e Armazenagem 2011/07/04

Posted by alnbr - Revista de Opinião in 1.
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As propostas da FRENLOG

Com a retomada da Frente Parlamentar pela Logística espera-se novas pressões corporativas dos empresários do setor sôbre o Legislativo.

Novas leis ou alterações da legislação vigente são esperadas.

Mas será que apenas as leis devem ser alteradas?

Não seria o caso de mudar-se, finalmente, a ATITUDE, a POSTURA dos legisladores E dos empresários frente à realidade pungente da infra-estrutura dos transportes e de Logística do Brasil?

Será que somente  as “propostas no Poder Legislativo que permitam o desenvolvimento e a melhoria das condições de infraestrutura do País será a prioridade da Frente Parlamentar de Defesa de Logística do Transporte e Armazenagem (Frenlog)” serão suficientes?

Não deveriam, necessariamente, partir do ponto de vista da completa liberdade de operação das empresas de logística sôbre a infra-estrutura dos transportes bem como a participação das mesmas nos projetos de ampliação da malha dos transportes?

Não seria a hora de olhar para os Mercados, ao invés do espaço da intervenção dos govêrnos na economia dos transportes?

Não cabe ao govêrno propor o desenvolvimento regional, mas monitorizá-lo de modo a diminuir as desigualdades regionais. E isto ficou claramente explícito com a “flexibilização” da legislação que regula licitações para “viabilizar” a Copa do Mundo.

Se um simples campeonato de futebol, que muito provavelmente irá custar muito mais do que vai trazer de divisas, é suficiente para tal comportamento de parte de um govêrno, qual a garantia que o setor vai ter de preservação das normas que regulam o setor?

Quando, e em que têrmos, uma “flexibilização” poderá ocorrer no setor e comprometer o desempenho das empresas?

Há alguma garantia que não haverá “apagão logístico governamental”?

A efetiva diminuição das desigualdades regionais somente será alcançada com a liberdade completa para os mercados da economia dos transportes, uma vez que não é possível para órgãos de govêrno intervir em todos os aspectos da economia em que o desenvolvimento ocorre e os custos dos transportes são completamente incorporados aos prêços dos produtos, fazendo a vida de todos custar mais caro.

Somente os empresários e os trabalhadores podem contribuir com uma visão prospectiva do desenvolvimento da economia dos transportes.

Trabalhadores ou empresários, quando no govêrno, perdem a perspectiva e o contato com as localidades onde a economia verdadeira ocorre: a cidade, o município.

Somente os prefeitos têm o contato permanente com os agentes econômicos das cidades para propor o desenvolvimento desejado e necessário ao povo das cidades.

Assim, a elaboração de um Mapa Estratégico da Logística dos Transportes em nível municipal, regional, estadual e nacional poderá indicar os caminhos do desenvolvimento sustentável da economia dos transportes.

Será que a Frente vai fazer o Mapa Estratégico da Logística dos Transportes do Brasil?

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