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A Políticas Públicas 2011/05/16

Posted by alnbr - Revista de Opinião in 1.
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As Políticas Públicas


A chamada “questão das Políticas Públicas”, colocada pelos setores reacionários e corporativistas como “central” para a completa submissão das instituições democráticas do Estado Democrático de Direito brasileiro ao projeto proletarista-internacionalista dos soviéticos .br, e subsequente instituição da Ditadura do Proletariado, é a versão daquela ditadura traduzida pela visão das classes hegemônicas, de Gramsci, que reduziu a revolução sangrenta genocida preconizada por Marx e Engels à intervenção desestabilizadora em sindicatos, órgãos públicos e demais instituições civis.


Comprovada a ineficácia da intervenção econômica do Estado nos mercados e a completa inépcia dos proletaristas em “operar“ a economia, surge a idéia de uma “parceria”, justamente entre as “duas Classes em conflito”: a “burguesia” (que não existe desde o fim do último burgo na Idade Média) e o “proletariado“ (uma invenção de “marketing” para criar o “brand” dos “novos donos” do poder).

Mas, como o poder ainda não está nas mãos dos assassinos é preciso “convencer” a “burguesia” da “necessidade“ do trabalho ser feito, mas, sob a tutela do Estado – que é como os proletaristas chamam o Comitê Central do Partido.

A forma do Estado “fazer” o trabalho dos Mercados sem perder a hegemonia é “convencendo” a (des)iniciativa (dependência) privada a fazer sob tutela o que se supõe ela saiba e deva fazer, de qualquer maneira, por ser o único agente do Mercado capaz de fazer.

Ou seja, diz o Estado (os comunistas) à iniciativa privada: você vai fazer o que já se supõe você devêsse fazer, porque é o unico que sabe fazer, mas sob a tutela do Estado, pelo dôbro do prêço e com o dôbro do pessoal, e vai receber o que o Estado quer pagar na taxa de juros que o Estado impõe pagando impostos escorchantes, o que, afinal, diminui a competitividade e a lucratividade da economia, o que não ocorreria sob a ação livre dos mercados.

E quando não dá certo como não deu na URSS, na China, em Cuba – vítimas do genocídio socialista – e não deu na Europa – vítima da social-democracia corrupta – tanto faz, todos queriam o paraíso sem ter de pagar a conta e mandar a conta para os “neo-liberais” – ainda acusam os “neo-liberais” do fracasso.

Êstes novos-socialistas são, na verdade, os mais recentes próceres do neo-feudalismo.

Agora que nenhum “modêlo“ deu certo os comunistas dizem que são únicos que sabem “consertar“, afinal, são os únicos que sabem destruir.

Desde 1948 que Hayek demonstra a escravidão do socialismo mas os socialistas dizem serem os únicos a saber como construir o paraíso.

Se você “acredita” no proletariado não está muito distante dos que crêem em outras crenças.

Crer, eis a questão.

Os  Liberais não podem dar-se o luxo de “crer” na economia, têm de saber para fazer acontecer.

Talvez por isto sejam tão odiados.

Um socialista é um sujeito que passa o tempo todo trabalhando para que ninguém mais tenha trabalho.


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