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Analista de Logística, a nova Profissão Liberal. 2011/04/19

Posted by alnbr - Revista de Opinião in 1.
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Poderíamos considerar a criação de uma nova Profissão Liberal na http://www.cnpl.org.br/, a exemplo do que querem os profissionais em gerenciamento de projetos?

Já que está cada vez mais difícil termos um País baseado em iniciativa privada que tal os operadores logísticos promoverem um seminário de planejamento estratégico para definirmos o Mapa Estratégico da Logística Brasileira e propormos a Lei do Conselho Federal de Logística, antes que um partido político o faça e assalte o Estado com mais um soviet?

Podemos começar com o braço profissional:

1 – fazer o projeto de lei de criação da Profissão Liberal de Analista de Logística, compreendendo os cursos de nível superior e os pós-graduação em Logística em seus diversos âmbitos; e

2 – Técnico em Logística para os profissionais de nível médio formados por Escolas Técnicas Industriais, de Administração e Comerciais.

A inclusão das Escolas Técnicas de Administração e as Comerciais é uma previsão de especialização e ampliação do Ensino Técnico em Nível Médio, com vistas a uma Reforma de Ensino que separe a educação de primeiro grau – Primário, Ginásio e Secundário com 5 anos cada, do Ensino Técnico Industrial, Comercial, Administrativo e Contábil.

Após, uma Escola Técnica compreendendo todos os cursos de tecnologia, administração, contabilidade e comércio, hoje na Universidade, com 3,5 anos com um estágio obrigatório de 6 meses.

Para a Universidade, nenhum curso com menos de 6 anos e um estágio profissional de 1 ano.

A definição dos conteúdos programáticos das profissões na disciplina de Logística será uma de nossas atribuições, assim, temos mais um item para o menu de atividades que iremos abraçar.

Para um Bacharel poder exercer a profissão, mais um ano de estágio profissional na carreira de sua escolha.

Embora eu possa estar me extendendo em assuntos aparentemente não ligados à minha proposta inicial, educação e formação profissional são parte de nossas propostas como Profissionais Liberais de Logística e temos de estar preparados para defender nossas posições em um âmbito mais largo.

Quanto ao Conselho Federal de Logística é uma extensão da criação da Profissão Liberal de Analista de Logística.

E como os demais Conselhos Profissionais, a educação e a fiscalização do exercício da profissão serão uma constante no dia-a-dia do CFL, daí minha preocupação com o sistema educacional.

Se vamos empreender a luta pelo CFL temos de estar preparados para o debate sôbre educação também.

É um empreendimento e tanto e vai precisar de mais gente.

Você pode convidar mais alguém para fazer parte do grupo?

O Conselho Federal de Informática está em formação e vai dar muito pano prá manga.

No primeiro mundo o diretor técnico de informática é responsável solidário com o CEO de uma empresa e isto vai chegar aqui, eventualmente.

Também teremos um mercado protegido pela legislação a ser elaborada.

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Comentários»

1. Fábio Guerra - 2012/07/01

Logística não é uma profissão, e sim um especialização na área de Administração (no que se refere a gestão/planejamento) ou Engenharia (no que se refere a parte mais técnica). Tanto que os formados em cursos tecnólogos em LOG podem fazer o registro no CRA. Já os formados em Administração ou Engenharia, além de se registrarem em seus respectivos Conselhos (CRA / CREA) terão de fazer um curso de especialização para aprimorar seus conhecimentos em logística, caso seja a carreira pretendida. É como um profissional que se formou em medicina e se especializou em pediatria. Nem por isso, os pediatras vão querer ter Conselho ou profissão própria.

A necessidade da organização é quem vai demandar qual o profissional mais adequado: um técnico (nível médio), um tecnólogo (superior de 2 anos), um Administrador (especialista em LOG) ou um Engenheiro (especialista em LOG). Por exemplo, um Gerente de logística na maioria das vezes tem que ser um Administrador, pois vai ser exigido conhecimentos em Logística, RH (afinal, vai coordenar uma equipe), marketing (auxiliar na atratividade comercial do produto) e finanças (custo do produto e do processo), entre outros.

A criação de outra profissão e mais Conselhos não vai resolver o atual problema. O foco do problema deveria ser a falta de regulamentação legal (lei federal) e fiscalização dos Conselhos em diversas especializações, entre elas a Logística. Não há lei que impeça um profissional qualquer de trabalhar na logística, sem registro no CRA ou CREA. Temos que reivindicar, junto ao respectivo Conselho, para a criação das leis, para depois cobrarmos a fiscalização das mesmas. Isso já acontece com bastante eficiência na profissão de Médico (CRM) e Advogado (OAB).

EquipeLinux - 2012/07/01

Concordo com você.
Mas, como fazer para “reivindicar, junto ao respectivo Conselho, para a criação das leis, para depois cobrarmos a fiscalização das mesmas. Isso já acontece com bastante eficiência na profissão de Médico (CRM) e Advogado (OAB).” e assim depender da ação “conjunta” de dois ou mais (você esqueceu a medicina) conselhos se a ação individual de qualquer dêles deixa muito a desejar a seus respectivos profissionais?

Se não é uma profissão, e depende da “vontade política” de profissionais liberais de outros conselhos, como explicar a falta de ação dedicada aos interesses dos profissionais liberais por parte destes mesmos conselhos?

Veja o que estamos tentando fazer sobre os conselhos profissionais em http://CLPLBR.WordPress.com/ e participe deste debate também, pois é inter-dependente com o debate da profissão liberal em Logística.

Estaremos entre duas posições: ou É (ou fazemos ser) uma profissão – o profissional de Logística, que pode seguir o curso do Gerente de Projetos -, ou não é e assim dependeremos de conselhos profissionais existentes, todos, completamente desnecessários.

Ou fazemos ou uma profissão liberal nova – afinal, um engenheiro mecânico e um engenheiro civil são …. especializados também -, ou seremos profissionais sem representatividade e sem amparo legal porque não estaremos a serviço de nenhum grupo de poder ligado a algum conselho profissional.

Há um caminho alternativo: a AUTO-REGULAMENTAÇÃO DAS PROFISSÕES DE LOGÍSTICA, com um Instituto de Logística fundado por profissionais de Logística e com a missão de regulamentar e regular as atividades dos profissionais de logística.

Convide seus colegas para participar deste debate, pois no mínimo, estaremos contribuindo para a melhoria das grades dos cursos da profissão.

ViaBsb - Revista de Opinião - 2013/04/03

Muito pertinente a observação.
O que nos leva a olhar para outro lado.

Então a regulamentação deve ser uma auto-regulamentação, em nível de Qualidade de Serviço, Ética e Procedimentos Profissionais.

Seria como uma Certificação, correto?

Poderíamos pensar em um Instituto Certificador reunindo profissionais e empresas – pessoalmente prefiro a presença apenas dos profissionais, já que as empresas são feitas de profissionais.

Assim poderia ser possível especificar níveis de certificação de acordo com a formação tecnológica, acadêmica, etc.

Por este caminho seguríamos com mais segurança?


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