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Partidos Políticos Ambientalistas 2011/03/18

Posted by alnbr - Revista de Opinião in 1.
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O Movimento Ambientalista comete um êrro estratégico e conceitual quando aparelha a disciplina Meio Ambiente para partidos políticos ou grupos ideológicos, alijando, deliberadamente, os que não professam das mesmas idéias políticas e partidárias dos que se dizem identificados como ambientalistas. 

Assim, se “fazem” de “progressistas” pois, deliberada-mente, discriminam e sectarizam o discurso ambienta-lista para se apropriarem do mesmo. 

Não só demonstra a intenção velada de “organizar o pessoal” (agora não querem mais que não organizem o pessoal), como “definem” todos os outros como “reacionários”. 

É autoritário, fascista e medíocre o discurso sectário-ambientalista e só faz do ego dos que o praticam a bandeira do cordão dos “nóis é nóis e o resto é bosta…, nóis é nóis e resto gosta …”.

A fragilidade da democracia está na fortaleza da oclocracia dos que se aproveitam das fraquezas humanas para mostrar sua fôrça “política” e instituem uma Oclocrata como “líder”.

Ainda não se sabe se se trata de uma presidente anta ou de uma anta de um presidente, já que questões de gênero não mais obedecem conceitos de gênero.

A seguir as definições vigentes, e oficiais, pois publicadas no Diário Oficial da União, ambientalista tem de ter um masculino em ambientalisto.

Em mais um esfôço para entender nossa guerrilhenta presidente, desde que o Diário Oficial da União adotou o vocábulo “presidenta” nos atos e despachos iniciais de Dilma Rousseff, trago um centavo de prosa sôbre o assunto.

As feministas do governo gostam de “presidenta” e as conservadoras (maioria) preferem presidente, já adotado por jornais, revistas e emissoras de rádio e televisão.

Na verdade, a ordem partiu diretamente de Dilma: ela quer ser chamada de Presidenta. 

E ponto final.

Por oportuno, vou dar conhecimento a vocês de um texto sobre este assunto e que foi enviado pelo leitor Hélio Fontes, de Santa Catarina, intitulado Olha a “Vernácula”. (recebido pela internet).

No português existem os particípios ativos como derivativos verbais.

Por exemplo: o particípio ativo do verbo atacar é atacante, de pedir é pedinte, o de cantar é cantante, o de existir é existente, o de mendicar é mendicante…

Qual é o particípio ativo do verbo ser? 

O particípio ativo do verbo ser é ente. 

Aquele que é: o ente. Aquele que tem entidade.  

Assim, quando queremos designar alguém com capacidade para exercer a ação que expressa um verbo, há que se adicionar à raiz verbal os sufixos ante, ente ou inte. 

Portanto, à pessoa que preside é PRESIDENTE, e não “presidenta”, independentemente do sexo que tenha.
Se diz capela ardente, e não capela “ardenta”; se diz estudante, e não “estudanta”; se diz adolescente, e não “adolescenta”; se diz paciente, e não “pacienta”.

Um bom exemplo seria:

A candidata a presidenta se comporta como uma ado-lescenta pouco pacienta que imagina ter virado eleganta para  tentar ser nomeada representanta. Esperamos vê-la algum dia sorridenta numa capela ardenta, pois esta  diri-genta política, dentre tantas outras suas atitudes bar-barizentas, não tem o direito de violentar o pobre por-tuguês, só para ficar contenta.

A Oclocracia na política e no idioma, afinal, como entender a mediocridade sem aprender a ser medíocre?

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