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E agora, para onde vamos? 2010/09/30

Posted by alnbr - Revista de Opinião in Sem categoria.
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E agora, para onde vamos?

Os caras pintadas foram … teu pai? … tua mãe? … você foi um cara pintada? … que idade você tem?

Eu tenho 55 e vi os caras pintadas serem enganados por dois grupos de interêsses que estão, hoje, JUNTOS, no govêrno.

Os caras pintadas não são uma solução.

Hoje, fazem parte do problema.

Embora a indignação mostrada por você e por muitos outros seja uma boa notícia, é a novidade, também não é necessariamente, parte da solução.

Quando falo com jovens – 18 a 35 – e recebo uma resposta do tipo: “como não? Tem de votar na Diiiiilma. É o avanço!” vejo que não há nada a fazer agora.

Os nacionais-socialistas e os comunistas conseguiram criar uma massa crítica de pessoas adestradas de acôrdo com o pensamento marxista e isto faz uma geração completa que ACREDITA.

São fundamentalistas materialistas, que se somam aos fundamentalistas religiosos e que querem explodir tudo que não se submeta a êles, em nome de Deus, de Marx, do proletariado…

Graças à ciência de Pavlov.

Não há a menor possibilidade de debater com êles.

Êles não têm argumentos, apenas repetem as mesmas asneiras que comunistas e nazistas já repetiam nos anos 20 e 30 do século passado.

Para ver a verdade sôbre o que é o marxismo, assista ao filme http://www.SovietStory.com.

Para entender porque o marxismo está errado em têrmos antropológicos conheça a tese de Jared Diamond – Armas, Germes e Aço, em que o nascimento da economia é demonstrado de forma simples, no bôjo de uma teoria da biologia.

Nós estamos sem ação e esta é a resposta às perguntas de todos sôbre o que está acontecendo.

Não há nada acontecendo que não se supunha devêsse acontecer.

Os nazistas e comunistas investiram mais de 20 anos de suas vidas para construir o que está acontecendo hoje.

Êles merecem, fizeram por merecer.

Os assim chamados “liberais” não fizeram NADA durante os mesmos 20 anos e não têm nada hoje.

Não adianta inventar uma mobilização nacional para salvar a pátria: ela está salva por quem fêz alguma coisa.

E êste é o país que êles pensaram.

Nós não pensamos nada.

Nós não fizemos nada.

Agora, que finalmente o bandido chegou até você, você também quer se livrar dêle.

Mas não é possível.

Agora é a sua vez de ser a vítima.

Temos de começar, agora, o que êles fizeram há mais de 20 anos atrás.

E se um imbecil como o Lula pode fazer isto, é óbvio que há muito maiores imbecis do outro lado.

Êle não tem o que nós merecemos, nós temos o que nós merecemos.

Êle tem o que êle merece, porque êle construiu tudo o que está aí.

E agora, para começarmos a construir, vamos ter os mesmos problemas que êles tiveram.

Tem um monte de gente que jura que tem a verdade e a solução final, como êles pensaram anos atrás.

Êles tiveram uma elite que se tornou hegemônica, conforme o que ensiva Gramsci e que liderou a fase de mudança de paradigma ideológico e social.

Agora, vem a mudança para uma fase de superação da hegemonia, que só se aplica quando há contendores, para uma nova fase, de imposição da vontade do grupo dominante.

Quando os nazistas e os comunistas conseguirem a maioria na Câmara Federal E no Senado, êles poderão LEGISLAR a revolução armada que êles abriram mão de tentar fazer e irão superar a fase da hegemonia e iniciar a fase de implantação da Ditadura do Proletariado de forma negociada.

E literalmente sem oposição, durante todos êstes mais de 20 anos de militância criminosa.

As fôrças armadas brasileiras serão corroídas por dentro e se tornarão o exército vermelho. Só vai tomar um pouco mais de tempo e não será preciso assassinar milhões de pessoas em curto espaço de tempo.

Os nazistas petralhas estão matando, mas nem as fôrças armadas, nem as fôrças policiais, nem o judiciário e muito menos a imprensa toma conhecimento dos fatos.

E se toma, esconde, descaradamente.

Tão fácil foi e tão livres estão, que no govêrno, cometem crimes sem o menor mêdo de serem pêgos, institucionalizando a iniqüidade..

O judiciário, último reduto do Liberalismo, está corroído de forma tão escancarada, que podemos ver o STF se dividir entre os nazistas que apóiam descaradamente as teses petralhas, pois foi O Chefe Petralha que os nomeou, e os demais, que também divididos entre si – embora em bloco, tentam manter a legalidade.

O Judiciário vai providenciar a flexibilização da moral e decidir pela ótica da ética que interessa aos míopes políticos e sindicalistas.

Finalmente, o crime compensa.

Capone deve estar se roendo de inveja.

Fernando da Beira-mar e Marcola devem estar fulos da vida, pois se tivéssem fundado uma igreja poderiam cometer os mesmos crimes sem ninguém para incomodar.

E poderiam comprar um partido político.

Os capitalistas – tanto faz se empresários ou se profissionais liberais – somente querem o “dêles” – um emprêgo, um trabalho ou uma posição no govêrno.

Os “empresários” querem poder vender sem concorrência, e para isto, a única via é entrar no govêrno.

Por isto as campanhas duram seis meses e custam barato pelo ganho que vem de um período de govêrno, sem contar com a possibilidade, sempre muito forte, de renovar o investimento.

A corrupção não é apenas de alguns muitos empresários que vivem de govêrno, está no âmago dos profissionais liberais, que QUEREM viver de govêrno.

No primeiro congresso tecnológico do CREA/DF, o engenheiro Henrique Ludovice, então presidente, propôs a criação do cargo público de “Engenheiro Público”, a exemplo de outras carreiras.

A justificativa era para ajudar os pobres a construir mais barato.

Um homem com formação científica e tecnológica dizer uma asneira dêste tamanho é inadmissível, mas agora deve ser lei federal.

Fui o único a pedir, em moção, para retirar a proposta, pois seria um custo imenso para os orçamentos municipais, dado que tôdas as profissões regulamentadas no sistema CONFE/CREA teriam o mesmo direito.

TÔDA A PLATÉIA VOTOU CONTRA MIM.

O Sistema CONFEA/CREA é uma das instituições mais corruptas da República e não tem nenhuma função, embora façam concursos públicos, pois são autarquias do Ministério do Trabalho, para cargos e funções internas.

São administradas por “profissionais liberais” – faço questão das aspas, e em sua grande maioria, promovem a estatização e a intervenção do estado na economia.

Leiam as famosas “cartas” que os “profissionais liberais” escrevem todo ano, no fechamento dos encontros anuais, e verão o grau de estatização pretendida.

Considerando que o CONFEA tem mais de uma dezena de
profissões de níveis médio e superior, deverá haver a criação de um cargo público para cada profissional liberal registrado no sistema, o que, certamente, quebrará TODOS os municípios.

Mas isto não interessava a êle, então, o que interessava era garantir o emprêgo dos profissionais registrados no sistema CONFEA/CREA.

Mas então, o que fazer?

Começar do princípio, como os nazistas e os comunistas fizeram.

Em primeiro lugar, é preciso termos um consenso sôbre QUAL O PARTIDO POLÍTICO QUE SERÁ HEGEMÔNICO para no campo dos Liberais, Sociais-democratas e trabalhistas.

Sem nunca esquecer que existe uma grande indentidade entre o Partido Nacional-socialista dos Trabalhadores do Brasil – PT, e o PSDB, pois ambos têm na social-democracia a base ideológica e a praxis política, respeitando as diferenças nas duas vertentes de militância político-patidária.

Até mesmo a imprensa estrangeira é unânime em afirmar que não existem muitas diferenças entre o PT e o PSDB.

Já na campanha de Fernando Henrique a CNN mostrava pontos de concordância em maior número do que as discordâncias.

A oposição política e ideológica posta pelo PSDB não se configurou em ampliação de partidários ou eleitores.

O centro das propostas de natureza econômica focam na ação do Estado, do uso da máquina pública e de impostos para “alvancar” o crescimento, como se o Estado, que tirou significativa parcela da renda gerada pela iniciativa privada fôsse o melhor agente para usar o dinheiro que coletou.

Embora não reste dúvida sôbre que o Estado tem papel importante na sociedade, não é na economia que o Estado se sobressai, afinal, é para a iniciativa privada que as propostas de natureza econômica, tanto do PT quanto do PSDB, se voltam.

Deve haver um limite para a formação de um Govêrno de natureza intervencionista e estatista, no que PSDB e PT concordam, para que não haja mitigação da ação da economia privada e os objetivos que os sociais-democratas perseguem possam ser alcançados.

Nem o intevencionismo fundamentalista (culpado com culpa), nem o intervencionismo mais moderado do PSDB (culpado sem culpa), contêm as soluções para o País, pois ambos tiveram sua chance no Poder e não introduziram nenhuma alteração no modus governandi (desculpem-me novamente, inventei agora, não sei se existe isto) que se mostrassem funcionais.

A solução da estabilidade monetária parou na incapacidade de reconhecer que os mercados deveriam ser livres das amarras estatais, e na hora de “regular” os mercados, agora com a moeda estável, veio o gerenciamento do câmbio com a imposição de uma taxa de juros administrada pelo Estado.

Sem mercados livres, embora passíveis de regulação, tivemos uma economia estatizada, com patamar de juros altos, completamente dependente de um sistema financeiro que opera com um menu do Banco Central, sem a liberdade de criação que os mercados precisam para funcionar.

Sem os mercados, voltamos à campanha de Serra, novamente êle, com as mesmas propostas, sem mostrar o devido respeito aos mercados, que foram abandonados por Fenando Henrique e continuam ófãos, agora, com um candidato a padrasto, ou mádrasta.

Embora as idéias e as intenções da social-democracia sejam de boa cepa, não são suficientes para construir um país que se diferencie do país que os nacionais-socialistas e comunistas estão apresentando ao povo brasileiro, há mais de 20 anos.

Como não há uma posição de oposição franca por parte do PSDB, por estarem, os políticos, amarrados com grilhões socialistas (sem culpa), nem propostas de caráter liberais que mostrem ao povo que um país diferente não será possível sem uma proposta diferente, vamos para o mesmo lugar de onde saímos.

Se houver segundo turno, tem de haver segundo turno para as idéias também.

Se houver, se Serra quer ganhar, tem de chamar quem entende de MERCADOS.

Êle já mostrou que não entende.

A reforma do Estado é conduzida até o ponto em que a social-democracia ainda aceita abrir mão de funções econômicas desde que submetidas à tutela do Estado.

Deveria fazer parte da Reforma do Estado a liberação dos Mercados, pois se o Estado compreende a língua, as instituições, o território e a sociedade civil organizada, não é possível distinguir os Mercados da sociedade civil organizada, até porque, Mercados são uma forma de organização da sociedade civil, que estão sob pesada intervenção Estatal, que mitiga sua funcionalidade, diminui sua capacidade, prejudica sua economicidade.

Para fazer frente à frente nacional-socialista, trabalhista e comunista e de tôdas as correntes ideológicas que se submetem à hegemonia do Partido Nacional-socialista dos Trabalhadores do Brasil – PT, para conseguir chegar ao Poder, o PSDB terá de olhar para o restante da sociedade civil organizada, aquela parte que faz tudo funcionar e à qual o Estado recorre quando quer “operar a economia” com criatividade (que custa dinheiro), com competitividade (que custa dinheiro e cérebros).

A utilização de legislação intervencionista para regular serviços concedidos, por exemplo, é uma Falha de Estado, em que um objetivo econômico é desejado mas a ferramenta de obtenção não é compatível com a tarefa.

Existem formas de fazer o mesmo com os mesmos mas com liberdade.

A diferenciação entre os Serviços Públicos e os Serviços Para o Público, muito bem colocadas em têrnos de Poder de Império e Poder de Gestão esbarra na muralha da incongruência das propostas de intervenção na economia que a plataforma do PSDB apresenta nas presentes eleições.

E é aí que está a diferença entre as propostas nacionais-socialistas/comunistas e as da social-democracia: a operação dos Mercados pelos agentes do Estado e a regulação pelo Estado COM OS OPERADORES DOS MERCADOS.

Se houver segundo turno, deverá haver uma segunda proposta.

Se não houver uma segunda proposta, então será mais do mesmo.

Nêste cenário, os partidos liberais, embora não exista nenhum, mas pelo menos os liberais, poderiam ser a ajuda que viria trazer a parcela da sociedade civil organizada que está relegada à marginalidade social e política, já que é dos liberais que vêm a produção que toca o serviço, e não dos capitalistas, que somente contribuem para o aumento do Estado.

Os capitalistas já escolheram seu lado: o govêrno, pois é lá que êles conseguem a propriedade dos seus mercados, sem o risco da concorrência.

Vamos ter um empresário Superintendente da BrinquedoBRAS, a VALEBRAS, a PETROBRAS, a GASBRAS, tudo EMOBRAS.

Até mesmo o vice do Partido Verde é um empresário que tem interêsses profundos na vitória de sua candidata.

Eike Batista disse que paga a campanha do PT E do PSDB, pois “investe no Brasil”.

Interessante, êle esqueceu de “investir” nos “Brasis” que estariam ali se outros partidos recebêssem a mesma cota de “investimento”.

A social-democracia sozinha, contra os nacionais-socialistas, comunistas, trabalhistas, capitalistas, amplos setôres do fundamentalismo religioso, não é uma opção de govêrno, é uma opção de solidão política.

Restam os Liberais, que poderiam significar a diferença.

Será que o Serra sabe disto?

Se você fôr a qualquer universidade pública OU privada, não vai encontrar livros de economia escritos por liberais.

Tôda a economia ensinada nas universidades é marxista.

Como construir uma proposta de mudança?

Como construir uma nova via para a nova jornada?

Não existem partidos liberais no Brasil, embora tenhamos duas tentativas de criação, com o Partido Federalista e o Libertário.

Minha sugestão é fazermos do Partido Federalista o Partido Hegemônico e centrarmos no programa dos Federalistas para inciarmos a nossa jornada para o segundo turno.

Não vamos ver o Brasil Liberal o Social-Democrata, e temos a obrigação de tentar construir um outro Brasil para nossos filhos e netos.

Afinal, êles é que terão de enfrentar os filhos e netos dos nazistas e comunistas depois de mais de 30 anos desfrutando do crime organizado e da impunidade garantida por um judiciário pusilânime e covarde e empresários que querem se estatizar para não concorrer.

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